Com o enredo “Yvy Marã Ei: a busca pela terra sem mal”, a X-9 Paulistana apresentou um desfile marcado pelo simbolismo ancestral, desenvolvida pelo Carnavalesco Amauri Santos.
A Comissão de frente, que apresentou uma coreografia criado por Pedro Vinicius, demonstrou entrosamento entre os componentes e bom domínio do espaço cênico, cumprindo com eficiência a função de introduzir o enredo.
O Pavilhão oficial da escola foi conduzido por Igor Senna e Julia Mary com segurança e elegância, o casal apresentou uma dança leve e bem marcada, destaque para coreografia que fazia referencia a a dança dos Povos Originários.
O abre alas, remetia a luta pela preservação da terra, lendas e origens, nas cores verde e laranja, detalhes e neon remetiam a labaredas que até hoje insistem em queimar, apagar a historia. As fantasias de fácil identificação convidaram quem estava assistindo a mergulhar na narrativa produzindo um conjunto visual de grande impacto.
A evolução da X-9 Paulistana transcorreu de forma compacta sem deixar espaços na avenida. A bateria sob o comando dos Mestres Keel e Adamastor, imprimiu pulsação firme ao desfile, estimulando a comunidade a evoluir solta e conectada ao samba sem esquecer das avalições.
Destaque para ala musical, carro de som sob o comando do já consagrado Royce do Cavaco e Daniel Collete, que show!
