Segunda escola da noite, a Acadêmicos de Gravataí retratou histórias e personagens marcantes da cultura popular amazonense. Com o enredo “Amazônia Táwapayêra – A Aldeia Guardiã dos Encantos da Floresta!” do carnavalesco Rafael Saraiva, a agremiação também homenageou o festival de Parintins.





A lendária cidade de Manôa foi o ponto de partida do enredo, a mitológica cidade feita de ouro foi abordada no abre alas junto aos espanhóis que deram a vida tentando encontrá-la. A bateria também vestida de guardiã da floresta fechou o primeiro setor.



Os símbolos da flora e fauna local pela ótica dos ribeirinhos ganharam destaque nas alas.




O ponto seguinte do desfile trouxe a explosão da indústria seringueira na cidade, uma grande representação do Teatro Amazonas e da Belle Epoque local foram as atrações do segundo carro.


O último setor foi o ponto alto do Carnaval da Gravataí homenageando as manifestações culturais locais. Os bois Caprichoso e Garantido ganharam destaque como símbolos de resistência dos povos originários, como um eldorado que renasce anualmente no coração da floresta.


O samba dos compositores Arlindinho Cruz e Evandro Bocão foi interpretado por Lú Astral. A escola terminou a apresentação dentro dos 65 minutos estipulados.



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